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Arquitetura da informação: Como um médico pode utilizar ?

A Arquitetura da Informação consiste na prática de organizar um sistema, para que os dados apresentados possam ser mais compreensíveis, especialmente na programação de sites e páginas web.

Ou seja, a arquitetura da informação é uma maneira de verificar onde estão as informações e em que local elas devem ser incluídas.

Com o grande volume de dados na internet, é necessário ter controle e cuidado com o armazenamento, manipulação e uso dessas informações.

Além disso, em qualquer site ou aplicativo, existe uma rede de profissionais que estruturam esses dados, com a intenção de oferecer uma experiência agradável aos internautas.

Nesse sentido, a Arquitetura da Informação, ajuda na criação de ativos digitais úteis e intuitivos, que são capazes de oferecer melhor navegabilidade aos usuários, além de orientar os dados para uso em campanhas de marketing.

Sendo assim, este processo de organização e análise das informações tornou-se imprescindível para diversas ações online, incluindo para estratégias voltadas a consultórios médicos, que trabalham com um marketing bastante específico.

Além do mais, vale dizer que a Arquitetura da Informação requer o uso de softwares inteligentes de organização e armazenamento de dados, como é o caso da RD Station, amplamente usado por uma agência marketing digital.

Dessa maneira, é possível orientar melhor as campanhas virtuais, como as estratégias de marketing de conteúdo, com o objetivo de gerar tráfego orgânico ou patrocinado para os sites, bem como na conversão de novos leads (potenciais clientes).

O que é Arquitetura da Informação?

De acordo com o Information Architecture Institute (Instituto de Arquitetura da Informação), a Arquitetura da Informação é a prática de decidir como organizar as partes de algo, para que ela seja compreensível.

Quer dizer que o objetivo é auxiliar as pessoas a encontrarem o que elas estão procurando, principalmente em meios digitais, como sites, e-commerces, blogs e páginas web.

Assim, ela torna claro o contexto em que o usuário está e fornece informações precisas.

Por exemplo, quando se busca por uma lente de contato com grau em um site especializado em oftalmologia, é necessário fornecer recursos para que os usuários encontrem esse produto de modo mais fácil, rápido e interativo.

Ou seja, a Arquitetura da Informação pensa em uma lógica simplificada, para que os dados estejam devidamente organizados, de modo a favorecer a navegação e, ao mesmo tempo, melhorar a apresentação de um site.

Segundo o livro “Information Architecture for the World Wide Web, de Louis Rosenfeld, Peter Morville e Jorge Arango, a Arquitetura da Informação tem como base três pilares: o conteúdo, os usuários e o contexto.

Essa intersecção de conceitos leva o nome de “ecologia da informação”, visto que é um ambiente interdependente, que pode ser diferente de um negócio para o outro.

Afinal de contas, o site de um endocrinologista para emagrecer possui um conteúdo diferente de outros médicos, bem como um leque de usuários específicos, dentro de um determinado contexto.

Por conta disso, para que a Arquitetura da Informação seja aplicada de modo eficiente, é preciso desenvolver um conteúdo direcionado aos usuários, dentro de um contexto onde ambos se encontram.

Assim, o conteúdo pode incluir:

  • Artigos publicados no site;
  • Ativos digitais, como gráficos, vídeos e animações;
  • Mapeamento das páginas ou telas;
  • Volume e quantidade de informações.

Já nos usuários, é preciso verificar quem são as personas, as características do público-alvo e qual é o comportamento da busca pela informação.

Por exemplo, a necessidade de alguém que busca por preenchimento de olheiras já diz muita coisa sobre o que esse usuário precisa.

Além disso, é necessário considerar a experiência de uso, algo que tem relação com o contexto, pois envolve os objetivos do projeto de negócios (no caso, o site), as tecnologias e recursos usados no seu desenvolvimento.

Qual a vantagem da Arquitetura da Informação para consultórios médicos?

A área de saúde conta com muitas informações que podem ser difíceis para os usuários leigos, ainda mais para quem está buscando por materiais que expliquem, de modo mais fácil, um assunto ou procedimento.

Na internet, é necessário oferecer diferentes maneiras para que os leitores absorvam esse conteúdo, já que o ambiente virtual é um mar de informações – que nem sempre são eficientes para o que o usuário procura.

De acordo com Steve Krug, uma das maiores referências em marketing digital, o usuário tem que conseguir responder a 4 questões, assim que acessa um site:

  1. O que é isto?
  2. O que eles oferecem aqui?
  3. O que posso fazer aqui?
  4. Por que devo estar neste site e não em outro?

Portanto, uma página sobre terapia manual, por exemplo, deve deixar muito claro para o usuário o porquê o site é um diferencial, a partir das respostas rápidas das perguntas acima.

Ou seja, o design da página deve permitir a visualização dos serviços, produtos e conteúdos compartilhados.

A Arquitetura da Informação serve justamente para o desenvolvimento orientado dos artefatos digitais, oferecendo qualidade na navegação e na usabilidade.

Como consequência, os consultórios médicos têm um site de ótima resolução aos problemas do usuário, o que torna muito mais fácil a orientação de campanhas, além de ajudar no destaque perante à concorrência.

Além do mais, a Arquitetura da Informação evita que os usuários migrem para outros sites, por se mostrarem insatisfeitos com a sua página, que não funciona como deveria.

Por isso, uma clínica voltada ao procedimento de microagulhamento no rosto, por exemplo, mostra ao usuário de maneira muito mais intuitiva como funciona o serviço e o quê ele pode encontrar dentro do site.

Quais são as aplicações práticas da IA em um site?

A Arquitetura da Informação pode ser encontrada em várias páginas web.

No entanto, devido ao seu caráter complexo de construção, é fundamental contar com uma agência de marketing especializada e softwares, como o RD Station, para aplicação prática das metodologias IA.

Contudo, é possível ter uma ideia de como informação é ordenada, para facilitar a visualização em sites de consultórios médicos.

Um exemplo é na organização esquemática de estruturas. Ou seja, são as categorias que incluem os nomes de autor e títulos, como a identificação de um artigo sobre o funcionamento do esqueleto humano completo.

A Arquitetura da Informação também envolve os sistemas de rotulagem, isto é, como o material é apresentado ao usuários.

Desse modo, pode-se verificar uma palavra que ajuda na melhor identificação do conteúdo, por exemplo, escolher qual termo é mais apropriado entre “optometrista” e “oftalmologista”.

Os sistemas de navegação referem-se a como os usuários utilizam o site. Assim, é visto como os leitores se movem dentro da página, passando de uma informação para outra.

Aqui, é possível encontrar conteúdos relacionados, como um artigo sobre transplante de fígado, em conjunto com outras informações sobre prevenção de doenças hepáticas.

Outra aplicação da Arquitetura da Informação está nos sistemas de pesquisas dos sites, ou como os usuários pesquisam por algo.

Assim, isso pode envolver os termos usados dentro de uma caixa de pesquisa, com a restrição de algumas palavras para a seleção de resultados que melhor se aproximam das necessidades dos usuários.

Com isso, ao digitar “silicone seios”, por exemplo, é possível ter acesso aos mais diversos conteúdos dentro do site que mostram procedimentos de colocação de silicone, como marcar uma consulta de avaliação, entre outros.

Percebe-se que a Arquitetura da Informação pode ser usada em modelos de sites funcionais.

Sendo assim, os consultórios médicos podem oferecer aos usuários e pacientes conteúdos mais direcionados, facilitando a compreensão de várias temáticas e destacando-se dentro do mundo digital.

Conclusão

A Arquitetura da Informação revolucionou as estratégias digitais e encontrou um campo fértil na programação de sites que privilegiam a experiência do usuário.

Hoje em dia, a internet leva em consideração não só a navegabilidade, mas se as pessoas estão, de fato, encontrando o que procuram – ou seja, a usabilidade do conteúdo.

Portanto, a Arquitetura da Informação não demora para apresentar suas vantagens para sites, e-commerces e diversas páginas web que buscam melhorar a experiência e, assim, proporcionar uma nova compreensão de informação – mais assertiva e direcionada.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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