Saiba como melhorar desempenho nas vendas com o marketing digital

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Saiba como melhorar o desempenho nas vendas com o marketing digital

No início da popularização da internet, em meados da década de 1990, talvez ainda não ficasse tão claro o quanto ela poderia vir a revolucionar o mundo dos negócios, do marketing e da publicidade como um todo. 

Hoje já não é possível ignorar o papel da esfera digital e o quanto ela pode aumentar o desempenho nas vendas de uma empresa.

O mais incrível é que o marketing digital não é sinônimo apenas de e-commerce. Ou seja, ele também pode ampliar consideravelmente a divulgação e a força das marcas de empresas estabelecidas fisicamente, no varejo ou em formatos semelhantes.

Claro que as maiores empresas e marcas praticam o que se convencionou chamar de “marketing 360 graus”, ou seja, elas investem tanto na divulgação on-line quanto na off-line. 

E geralmente contam com uma agência marketing digital, ou várias agências, por entenderem a necessidade de investir nestas estratégias.

No entanto, as dicas que seguem adiante dizem respeito tanto às multinacionais quanto às empresas pequenas, que estão apenas iniciando sua jornada.

Tanto que esse tema vem se popularizando cada vez mais entre os empreendedores. Hoje é muito buscado por empresários consultoria de marketing preço e demais condições para contratação deste serviço.

Sendo assim, se você não quer ficar de fora de todas as novidades e conceitos mais importantes dessa área, siga conosco na leitura!

Marketing on-line vs. marketing off-line

Os termos marketing on-line e off-line vieram para revolucionar não apenas as relações de compra e venda, mas também, o que é ainda mais significativo, a relação das pessoas com as empresas e marcas.

Os termos falam por si mesmos. O marketing on-line é aquele que ocorre na esfera digital, e pode contar com uma gama bastante variada de modalidades, tais como:

  • Site institucional;
  • E-commerce e marketplaces;
  • E-mail marketing e newsletters;
  • Blogs e marketing de conteúdos;
  • Motores de busca: PPC e SEO;
  • Mídias e redes sociais, etc.

Adiante entenderemos melhor cada uma dessas alternativas, lembrando que quase todas elas podem melhorar os resultados de um e-commerce, mas também de uma loja física.

Seja como for, para efeito de ilustração, o marketing off-line envolve todas as formas tradicionais de publicidade, em seus meios mais comuns, quais sejam:

  • Revistas e jornais;
  • Cartazes e outdoors;
  • Mala direita;
  • Telemarketing;
  • Feiras e eventos, etc.

Além desses, o bom e velho boca a boca é, sem dúvida, o exemplo mais tradicional de marketing off-line. Para deixar essa diferenciação ainda mais clara, existe outro termo bastante interessante: é o conceito de OOH – Out of Home.

O estilo “fora de casa”, em uma tradução literal, abrange todas as mídias visuais ou mesmo sonoras e auditivas, mas que ocorrem em meios urbanos. Geralmente esse conceito se contrapõe ao da mídia de massa (internet, televisão, etc.).

Como e por que usar os marketplaces?

Acima, sinalizamos que o site institucional da sua empresa é um modo de melhorar o desempenho das vendas do seu negócio. Mas cá entre nós, ele já se tornou praticamente uma obrigação, e não apenas uma estratégia.

Se uma oficina de bairro se especializou em radiador automotivo, por exemplo, e já atende o máximo de clientes que pode atender, apenas “pôr um site no ar” pode ser algo institucional e sem grandes expectativas. Porém, quando a oficina for contratar mais funcionários, e mudar para um espaço maior, será preciso ir além de um “simples site”.

O e-commerce e os marketplaces já são estratégias mais robustas. Até certo ponto, os dois termos são sinônimos. Porém, é comum ver a diferenciação no sentido de que e-commerce seria o caso das lojas físicas individuais.

Já os marketplaces são como um shopping, com estratégia de tipo multimarcas, onde é possível encontrar várias empresas vendendo o mesmo produto. Ao pesquisar mesa de açougue, por exemplo, viriam várias fábricas ofertando o mesmo produto/serviço, e o determinante seria o valor, o tempo de entrega, a localização do cliente, etc.

Pode parecer algo muito “coletivo”, sobretudo se o seu produto tem excelência e você não quer concorrer com os demais na base apenas de preço e prazo. Contudo, esses portais podem aumentar consideravelmente suas vendas, e talvez valeria a pena participar deles por tempo limitado, nem que fosse apenas para você se capitalizar.

Outro motivo para marcar presença neles é o da empresa que trabalha com algo muito nichado. Um exemplo é a oficina que se especializou em película automotiva espelhada. Pode ser que um item tão específico não encontre tanto público em mídias sociais e afins, conforme veremos adiante.

Como usar newsletters na esfera digital

É verdade que as newsletters (ou “boletins informativos”, como também são conhecidas) existem há muitas décadas e independem do marketing digital ou da internet.

Porém, a esfera digital transformou esse incrível modo de criar laços com os clientes em algo muito mais prático e mais econômico para a empresa.

Imagine que você trabalha com acessórios de informática, tal como cartuchos e tonners de impressão, bateria selada para nobreak, fontes para notebook, e daí por diante. 

As novidades e lançamentos desse setor andam tão depressa que imprimir novos boletins todas as semanas, ou mais de uma vez por semana, seria algo bastante dispendioso, não é mesmo?

Pois bem. Hoje é possível criar o conteúdo, enriquecê-lo com muito mais fotos e cores do que seria o normal, e dispará-lo por e-mail, sem pagar nada por isso. Naturalmente, as dicas aqui são bem importantes:

  • Jamais dispare e-mails para quem não pediu;
  • Os textos precisam ser sucintos e ir direto ao ponto;
  • Eles podem contar com tópicos, listas e subdivisões;
  • Domine o funil de vendas antes de sair disparando, etc.

Sobre o último tópico: se você está com um lote bom de adesivo promocional para vitrine, por exemplo, talvez não seja a hora de disparar para o visitante que acabou de se inscrever no seu mailing de newsletters.

Antes é preciso alimentá-lo com artigos de conteúdo gratuito e despretensioso. Depois de criar laços e de avançar nas etapas do funil de vendas (melhor descritas no próximo tópico), aí sim é a hora de fazer promoções e “propostas irrecusáveis”.

Errar nesse timing pode redundar em nada menos do que a pessoa bloqueá-lo como spam ou coisa parecida, para nunca mais receber suas mensagens.

Funil de vendas e marketing de conteúdo

Outro modo de melhorar o seu desempenho nas vendas por meio do marketing digital é o do content marketing, que geralmente se traduz no esforço de gerar conteúdo para blog, vlog e plataformas afins.

O marketing de conteúdos segue de perto a lógica das newsletters tal como a descrevemos acima, ou seja: é preciso gerar conteúdo de qualidade, distribuí-los de forma gratuita e respeitando as etapas do funil de vendas.

Também conhecido como “jornada da compra”, o funil nada mais é do que o conceito que destrincha as etapas que uma pessoa percorre desde o estágio em que talvez ignore a existência da sua solução/produto/serviço, até a descoberta, o despertar do interesse, as considerações de compra e a aquisição propriamente dita.

Por exemplo, uma pessoa pode trabalhar em escritório e não saber da existência de algo como a pasta personalizada com orelha, que tem vantagens em termos de layout do documento, pois é possível grampear a folha nas “orelhas” da pasta, a qual é flexível e dá uma apresentação melhor quando alguém for ler o conteúdo.

Assim, cabe ao marketing de conteúdo aproveitar-se desse tipo de situação. Ademais, um modo de promover seus conteúdos gerados é nos motores de busca, por meio do PPC (pague-por-clique) ou SEO (otimização das páginas).

Nos dois casos, ao escrever algo como “disco de freio iveco daily 3510”, o cliente encontrará na hora o seu blog, vlog ou material qualquer. Aliás, quanto mais específica for a palavra-chave, tanto melhor para você ser encontrado.

Rede social: dando um rosto à sua marca

Outro modo incrível de marcar presença na internet é por meio das mídias sociais. Porém, elas seguem algumas regras bem diferentes das anteriores.

Primeiro que elas não são um shopping como o marketplace ou qualquer outra plataforma de e-commerce. Nelas é preciso praticar uma linguagem mais informal, que chame a atenção do cliente no meio de dezenas de outras mensagens que correm diariamente no feed de notícias das pessoas.

Se você jogar ali algo como um banner, anunciando uma impressora para imprimir cartão pvc, concorda que será algo totalmente fora de contexto? E que certamente seu público não terá uma boa experiência com a sua marca?

Além disso, as redes sociais não se assemelham ao marketing de conteúdo (embora sejam excelentes para captar leads e introduzir os contatos nas etapas do funil de vendas). 

O que precisa ficar claro é que elas servem para dar um rosto às marcas/empresa, e é ali que você falará com o seu público do modo mais autêntico e espontâneo possível.

No fundo, o marketing digital tem muito disso: as pessoas já não querem ser apenas mais uma no balanço geral, você precisa personalizar a relação com cada cliente. Isso é a melhor coisa que você pode fazer para melhorar o desempenho nas vendas.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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